Tags: EAD

Em 2004, o Brasil tinha 60 mil estudantes no ensino a distância. Em 2016, esse número já era de 1,5 milhão de pessoas em cursos dessa modalidade. Qual foi o caminho percorrido até aqui? O que você sabe sobre a origem do EAD?

O ensino a distância cresce em ritmo maior do que o presencial e já é a escolha de 44% dos estudantes universitários. Para quem ainda tem dúvidas e não sabe se o EAD vale a pena, conhecer melhor a modalidade é importante.

Continue a leitura, conheça melhor o EAD e adquira a confiança necessária para aproveitar essa oportunidade de estudos!

A origem do EAD: como tudo começou

Pode acreditar, os primeiros registros da origem do EAD datam de 1928. Certamente, a realidade era bem diferente da que conhecemos hoje, mas a essência do que é EAD permanece a mesma.

Na época, um professor americano chamado Calleb Phillips enviava cartas aos seus alunos com conteúdos sobre Taquigrafia. O ensino por correspondência permitia que o estudante fizesse a sua própria rotina de estudos, como também acontece agora.

No Brasil, o registro mais antigo é de pouco antes de 1900, quando tínhamos "anúncios em jornais de circulação no Rio de Janeiro oferecendo profissionalização por correspondência".

Das cartas (que foram a origem do EAD), evoluímos para o ensino com aulas transmitidas via rádio. Dali, partimos para os telecursos (pela TV) até chegarmos aos conteúdos que podiam ser adquiridos em CD-ROMs (para o computador).

A chegada da internet e o início de uma nova era

O EAD ainda tinha algumas questões para resolver e facilitar a comunicação entre professores e alunos. Com a popularização da internet, essa realidade começou a mudar.

Em meados da década de 1990, as instituições de ensino passaram a utilizar a internet para disponibilizar seus materiais. Por isso, começaram a formalizar seus tipos de cursos EAD.

Nessa época, anos após a origem do EAD, a modalidade começou a ser levada mais a sério. Em 1996, foi criada pelo MEC ― o Ministério da Educação ― a Secretaria de Educação a Distância, SEED.

Com esse avanço, regras foram estabelecidas para garantir a validade dos cursos ministrados a distância e, consequentemente, dos diplomas EAD. E é por isso que, vale esclarecer, quem se forma por um curso a distância tem diploma de peso igual a quem se forma por um curso presencial.

O ensino a distância hoje

Quando da origem do EAD, a modalidade era voltada para o aperfeiçoamento profissional ou para a complementação universitária. Com o avanço e a formalização, tornou-se possível cursar, até mesmo, a graduação ou a pós-graduação.

Projeções indicam que, em 2023, o Brasil terá mais alunos matriculados no EAD do que no ensino presencial. Em 2018, o Ministério da Educação (MEC) anunciou que parte do Ensino Médio também poderá ser cursado a distância - algo que pode aproximar ainda mais os estudantes brasileiros dessa modalidade de ensino.

E tudo isso é possível graças ao avanço tecnológico. Hoje, softwares mais leves e desenvolvidos permitem que estudantes acessem as plataformas de ensino de sua instituição do smartphone. Por isso, é cada vez mais fácil colocar em prática a ideia de poder assistir às aulas de qualquer lugar que tenha acesso à internet.

A adaptação das metodologias de ensino para o digital também tem sua parcela de responsabilidade. Da origem do EAD até hoje, os profissionais da educação também se adaptaram para desenvolver conteúdos online e garantir a qualidade do ensino e da experiência dos estudantes.

Gostou de saber sobre EAD e quer seguir recebendo informações sobre a modalidade? Inscreva-se em nossa newsletter!

O que você achou dessa publicação?
Deixe seu comentário aqui.